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Nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (19), quatro homens e uma mulher foram presos pela “Operação Tribunal”, deflagrada pela Polícia Civil do estado do Tocantins, através da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado – 6ª DEIC – sediada em Paraíso, na região central do estado.

O objetivo principal da força tarefa que ainda não terminou é cumprir dez mandados de busca e apreensão, no setor Vila Regina, em Paraíso, e no Jardim Taquari, em Palmas.

Os presos capturados pela operação pertencem a uma facção criminosa e são acusados de terem realizado o chamado Tribunal do Crime, na cidade de Paraíso, no último mês de setembro.

O delegado titular da 6ª DEIC de Paraíso, Antônio Onofre Oliveira da Silva Filho, explica que o Tribunal do Crime é uma espécie de julgamento feito pela facção criminosa contra membros de facções rivais.

“Em setembro, os envolvidos teriam realizado um julgamento que eles denominam Tribunal do Crime contra uma vítima que eles suspeitavam ser de outra facção criminosa. Eles se reuniram para decidir sobre a pena de morte, ou decreto como eles denominam. A vítima conseguiu escapar, mas sofreu ferimentos provocados por disparos de arma de fogo e passou mais de um mês hospitalizada”, contou o delegado.

A partir de então, as investigações tiveram início e os envolvidos foram identificados.

“Na data de hoje demos cumprimento a dez mandados de busca e apreensão, sendo um deles em Palmas. Ao todo eram oito mandados de prisão, dos quais quatro foram cumpridos, e mais uma pessoa que estava na residência de um dos envolvidos também foi presa por posse de arma de fogo, totalizando cinco prisões. Além disso, um dos alvos foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e posse de arma de fogo também”, informou o delegado Antônio Onofre, destacando que além das prisões, três armas de fogo foram apreendidas, além de porções de drogas e dinheiro oriundo do tráfico.

As investigações continuam, uma vez que quatro pessoas, alvo da operação de hoje, não foram encontradas nos respectivos endereços.

Todos os presos foram ouvidos na 6ª DEIC e após os procedimentos legais cabíveis foram encaminhados para as unidades prisionais de referência para ficarem à disposição da justiça.

Com informações da SSP-TO 

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