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A Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), por intermédio da 65ª Delegacia de Barrolândia, concluiu nesta quinta-feira, 6, o inquérito que apurava a possível prática de um crime de estupro de vulnerável contra uma menina de 9 anos e indiciou o padrasto de 36 anos e a mãe de 42, pela prática do referido crime.

Comandada pelo delegado-chefe da 65ª DP, José Antônio da Silva, as investigações foram iniciadas após a PC-TO tomar conhecimento de que um homem estava abusando sexualmente da própria enteada que hoje está 12 anos e que a genitora sabia de tudo.

Segundo o delegado José Antônio, as investigações apontaram que a criança foi abusada sexualmente pelo padrasto por diversas vezes, inclusive, quando contava com apenas nove anos de idade, e a mãe mesmo tendo tomado conhecimento dos fatos, não denunciou e ainda fez um vídeo entrevistando a vítima que relatou os abusos.

 “Por não acreditar na criança, a mulher deixou de denunciar, e mesmo de afastá-la da ação criminosa do autor quando tinha o dever legal de agir na defesa da criança. Por isso irá responder como co-autora do crime de estupro de vulnerável”, disse a autoridade policial.

Com o aprofundamento das investigações, a Polícia Civil recebeu os laudos periciais que comprovaram os abusos sofridos pela adolescente, sendo que o autor confessou a prática do crime. Dessa forma, o inquérito policial foi finalizado e remetido ao Poder Judiciário e Ministério Público para adoção de providências legais cabíveis.

Para o delegado José Antônio, a conclusão do inquérito policial com o indiciamento do casal coloca um ponto final em uma trajetória de abusos pela qual passou a criança e também de omissões de sua mãe. “Trata-se de um caso chocante que estava ocorrendo com a menina e sendo praticado por pessoas que tinham a obrigação de protegê-la, mas não o fizeram”, enfatiza a autoridade policial.

Com informações da SSP-TO 

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