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Às voltas com problemas financeiros para cumprir o Piso Nacional do Magistério, mais dois municípios do Tocantins tem terão paralisação na educação marcada para começar segunda-feira, dia 03 de outubro.

A informação da greve geral por tempo indeterminado foi anunciada pelos professores de Colmeia e Guaraí, no centro-norte do estado, após assembleias realizadas nos dias 26 e 27 de setembro.

O item principal da pauta de reivindicações é o pagamento do reajuste do piso nacional da categoria que representa o valor mínimo a ser pago aos profissionais da educação básica, em início de carreira, para a jornada de no máximo, 40 horas semanais.

De acordo com a lei Nº 11.738 de 2008, o reajuste do piso deve aplicado anualmente, em janeiro, entretanto, a última determinação que veio para este ano de 2022, não está sendo cumprida pelos gestores municipais.

Colmeia

No dia 15 de agosto a greve foi aprovada no município. Professores e outros funcionários das escolas públicas estão reivindicando principalmente o reajuste do piso salarial. Também é exigida a valorização da categoria que não vem sendo praticada, apesar das diversas cobranças  feitas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet).

O prefeito de Colmeia, Joctã Reis não realizou o reajuste. E devido à falta de atenção para a pauta educacional, os trabalhadores se dizem abandonados.

Guaraí.

A prefeita do município, Fátima Coelho, está sendo cobrada pelos profissionais da educação a respeito do cumprimento da lei do piso do magistério e a revisão do atual Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCR).

Os direitos exigidos ainda não foram cumpridos e segundo informações do Sintet, a prefeitura também não cumpriu o acordo extrajudicial realizado em 2021 que garante a aplicação do reajuste do piso na carreira do magistério.

Ainda de acordo com o sindicato, a gestão concedeu o pagamento do Piso Nacional apenas para os professores que atuam em regime de contrato. Já o plano de carreira deveria ter sido revisado em agosto, mas até agora não foi aprovado.

 

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