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Na prática, o candidato pedetista foi o que mais gastou com a plataforma, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisados pelo Metrópoles nesta terça-feira (13/9).

Ao todo, foram 11 pagamentos entre os dias 20 de agosto e 1º de setembro. Os valores variam de R$ 7.855 a R$ 100 mil.

Em segundo lugar na lista de gastos com o Facebook, consta Alexandre Silveira (PSD) — que desembolsou R$ 460 mil e é candidato ao Senado por Minas Gerais.

José Aníbal (PSDB), candidato a deputado federal por São Paulo, é o terceiro que mais investiu em conteúdo pago na rede social, com R$ 315 mil.

Outros presidenciáveis

De acordo com os dados divulgados no TSE, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e a senadora Simone Tebet (MDB) gastaram, cada um, R$ 70 mil para impulsionar conteúdos no Facebook.

Felipe D’Ávila (Novo) desembolsou R$ 20,2 mil com despesas similares. A candidata do União Brasil, Soraya Thronicke, pagou R$ 7,8 mil para ampliar a propaganda eleitoral na rede social.

Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não declarou gastos para impulsionar conteúdo no Facebook.

Os gastos levados em consideração são os declarados ao TSE, em decorrência de contratos firmados diretamente com a rede social, e especificados no portal.

Campanha eleitoral

O pedetista tem investido pesado na publicidade. Só a empresa do marqueteiro João Santana recebeu R$ 6,15 milhões.

A produção de programas de rádio, televisão ou vídeo já lhe custou R$ 8,4 milhões; publicidade por materiais impressos, R$ 5,9 milhões; atividades de militância e mobilização de rua, R$ 478 mil.

Estagnado nas pesquisas

Apesar do volumoso investimento em publicidade, Ciro Gomes ainda não conseguiu chegar perto de Lula e de Jair Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência.

Na última pesquisa Ipec (ex-Ibope), divulgada na segunda-feira (12/9), o pedetista apareceu com 7% das intenções de voto, em terceiro lugar. Lula lidera, segundo os dados, com 46%. Já Bolsonaro tem 31%.

A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre os dias 9 e 11 de setembro de 2022, em 158 municípios brasileiros. A margem de erro calculada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01390/2022.

Do Metrópoles

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