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Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à Presidência pelo PT, confirmou em sua conta no Twitter que participará do debate que ocorrerá neste domingo, 28, na TV Band. Ele estará junto de outros concorrentes, como Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Felipe D’Avila do (Novo), e Soraya Thronicke (União Brasil), a partir das 21h. O presidente Jair Bolsonaro (PL) também irá participar, segundo o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, afirmou à Folha de São Paulo.

A confirmação no pool promovido juntamente com o Jornal Folha de São Paulo, Portal Uol e TV Cultura foi publicada na manhã deste sábado, 27. “Nos vemos na Band amanhã, 21 horas”, afirmou o candidato em um Tweet.

Bolsonaro acha que será “fuzilado”

De acordo com o Estadão, neste sábado, em evento no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, o candidato ao governo de São Paulo e ex-prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT), também assegurou a presença do ex-presidente no debate.

O candidato afirmou que “está confirmado”, uma vez que Bolsonaro (PL) também confirmou sua ida, e disse que a “batida de martelo” do presidente levanta dúvidas, “porque ele já disse e ‘desdisse'”. “O martelo dele é meio frouxo”, afirmou Haddad.

Ainda na entrevista à rádio Joven Pan, Bolsonaro criticou a proibição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de celulares para as votações no dia 2 de outubro. Segundo o presidente, isso dificulta uma possível detecção de fraude no sistema eleitoral.

“O que mais recebi em 2018 foram pequenos vídeos de pessoas que iam votar, ia apertar o 17, e não saía. Já dava como encerrado, aparecia o 13 e o Haddad. E eles querem vetar isso daí. Será que não conseguiram sanar isso ou isso existe propositalmente para tentar mexer no número da votação final?”, questionou.

O candidato ainda acusou que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) supostamente interferiu na Polícia Federal, mas não citou nomes. “Esse ministro escala o seu delegado da Polícia Federal. Ele determina que faça isso ou aquilo. E quando o delegado põe ordem de prisão, busca e apreensão e ele assina embaixo, não é a PF. É que quer fazer isso daí. Há uma interferência buscando atingir seus objetivos que, no meu entender, é o poder”, sugeriu Bolsonaro, ao ser perguntado sobre a operação da PF que, a mando do ministro Alexandre de Moraes, buscou celulares de oito empresários bolsonaristas, nesta semana.

Ele também comparou a operação a ditadura militar. “Quando se fala em caminho para ditadura, o Brasil está caminhando, não com a velocidade que estaria se tivesse o Haddad em meu lugar, mas não é pelo chefe do executivo. A gente não sabe porque essa pessoa age dessa maneira, agora a gente também vê claramente que faz tudo para prejudicar nosso lado”, insinua. Em outro momento do programa, Bolsonaro declara que “a censura tem sido feita por parte do ministro Alexandre de Moraes”, que “quer prejudicar” sua campanha e “está sendo parcial nas decisões dentro do TSE”.

Do Terra/Com informações do Estadão 

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