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Reunião no Palácio Araguaia para discutir a implantação da empresa / Foto: Elias Oliveira

A instalação de uma usina de etanol utilizando milho em 100% da produção foi pauta de uma reunião que ocorreu no Palácio Araguaia. Na oportunidade, o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), Jaime Café, recebeu representantes da empresa do setor usineiro ALS Projetos, que apresentaram o projeto. O investimento inicial, conforme foi apresentado, será de R$ 50 milhões logo na primeira fase.

O diretor da ALS Projetos, Adriano Luís Soriano e o investidor Marcelo Carassa, afirmaram, no encontro, que a unidade que a empresa pretende instalar no Tocantins terá a capacidade de processar 120 toneladas de milho por dia e produzir em média 50 mil litros diários de etanol hidratado e 35 toneladas de DDGs (grãos secos de destilaria com solúveis), que é uma ração altamente proteica. Adriano explicou que a Usina é autossustentável e não gera nenhum tipo de resíduo.

Sobre a geração de empregos, é aguardada, na fase de implantação, a empregabilidade de até 800 colaboradores.

Para os investidores, o secretário Jaime Café confirmou que o Estado tem capacidade de oferecer matéria-prima, já que a Usina vai consumir 6 mil hectares diários de milho, enquanto o Tocantins planta 600 mil.

“A produção do etanol por milho é importante, porque o álcool é uma fonte de combustível renovável, que não polui”, informou.

Jaime Café também mencionou o que nesse tipo de produção de etanol no Estado vai baratear o custo do combustível para o tocantinense, além de oferecer matéria para a produção de ração animal, diminuindo, assim, o custo final da carne.

“São várias vantagens. Estamos aqui discutindo como criar, ainda, um fundo de aval para financiar empreendedores aqui do Estado que têm interesse nesse tipo de negócio”, ressaltou.

No momento da reunião, que ocorreu na quinta-feira, 28 de julho, também foi solicitado, ao Estado do Tocantins, Termo de acordo com o Pró-Indústria e agilidade no processo do licenciamento ambiental dentro das diretrizes corretas.

“Vale frisar que a tecnologia será 100% brasileira, fazendo com que, desta forma, todos os recursos gerados permaneçam dentro do nosso país e dentro do nosso estado”, finalizou Adriano Luís Soriano.

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