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O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Tocantins (Sindepol/TO) repudiou, em nota, as acusações do advogado Antônio Ianowich e do ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha, contra o delegado Guilherme Rocha, por uma suposta cogitação de flagrante forjado.

“Inicialmente, verifica-se que o áudio exposto pelo advogado, além de não ter qualquer relação com a denominada Operação Caninana da Polícia Federal, na qual ele representa alguns policiais civis, não tem a comprovação oficial de integridade e de correspondência com qualquer caso concreto”, afirma a nota.

No áudio, o delegado Guilherme Rocha Martins (ex-chefe da Divisão Especializada de Repressão à Corrupção – Dracma) orienta um policial a fazer um “backup” que, segundo o advogado, seria forjar um flagrante contra Carlos Amastha (PSB) nas eleições de 2016, época em que ele disputava a reeleição à Prefeitura de Palmas.

Para Amastha, essa teria sido uma tentativa de inviabilizar sua candidatura ao Governo do Estado dois anos depois, em 2018.

Na nota, o Sindepol diz que o advogado Antonio Ianowich responde a inquéritos policiais instaurados pela Dracma/Decor, sendo condenado, em primeira instância, por corrupção em ação penal decorrente justamente de investigações presididas pelo delegado Guilherme Rocha, o que invariavelmente demonstra que suas acusações, completamente fora de contexto, são resultado de retaliações de cunho meramente pessoal.

Conforme o sindicato, o delegado Guilherme Rocha atuou em diversos procedimentos de combate a corrupção, sendo, em razão disso, vítima de uma das maiores perseguições políticas já constatadas na história do Tocantins, conforme se observa em inquérito recente da Polícia Federal.

“Destarte, a tentativa de investigados de atacar o Delegado de Polícia com o intuito de fragilizá-lo e colocá-lo sob suspeita, a fim de semear eventuais nulidades, é prática antiga, mormente quando não possuem argumentos e provas plausíveis aptas a afastarem suas responsabilidades criminais. No tocante as acusações genéricas a outros Delegados de Polícia, não especificados nas coletivas de imprensa, baseadas em supostas gravações ambientais clandestinas, o Sindepol-TO buscará os órgãos competentes visando uma ampla investigação com o fim de estabelecer a verdade em cada caso, bem como apurar responsabilidades por eventuais denúncias infundadas e práticas ilícitas”, diz nota.

Coletiva de imprensa

Na quarta-feira (20), o advogado de defesa dos acusados na operação caninana, Antônio Ianowich, revelou um áudio em que o delegado Guilherme Rocha Martins (ex-chefe da Divisão Especializada de Repressão à Corrupção – Dracma) teria orientado um policial a forjar um flagrante contra Carlos Amastha (PSB) nas eleições de 2016, época em que ele disputava a reeleição à Prefeitura de Palmas.

NOTA DE REPÚDIO

“O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Tocantins (Sindepol/TO) vem a público manifestar repúdio às ilações apresentadas pelo Advogado Antonio Ianowich e o senhor Carlos Amastha, os quais, em coletivas de imprensa, atacaram o Delegado de Polícia Guilherme Rocha, por uma suposta cogitação de flagrante forjado contra o ex-prefeito de Palmas-TO, bem como outros Delegados de Polícia, não identificados, por eventuais ações ilícitas.

Inicialmente, verifica-se que o áudio exposto pelo advogado, além de não ter qualquer relação com a denominada Operação Caninana da Polícia Federal, na qual ele representa alguns policiais civis, não tem a comprovação oficial de integridade e de correspondência com qualquer caso concreto.

Além disso, é de conhecimento público que o advogado Antonio Ianowich responde a inquéritos policiais instaurados pela DRACMA/DECOR, sendo condenado, em primeira instância, por corrupção em ação penal decorrente justamente de investigações presididas pelo Delegado Guilherme Rocha, o que invariavelmente demonstra que suas acusações, completamente fora de contexto, são resultado de retaliações de cunho meramente pessoal.

Importante ressaltar, ainda, que o Delegado Guilherme Rocha atuou em diversos procedimentos de combate a corrupção, sendo, em razão disso, vítima de uma das maiores perseguições políticas já constatadas na história do Tocantins, conforme se observa em inquérito recente da Polícia Federal.

Destarte, a tentativa de investigados de atacar o Delegado de Polícia com o intuito de fragilizá-lo e colocá-lo sob suspeita, a fim de semear eventuais nulidades, é prática antiga, mormente quando não possuem argumentos e provas plausíveis aptas a afastarem suas responsabilidades criminais.No tocante as acusações genéricas a outros Delegados de Polícia, não especificados nas coletivas de imprensa, baseadas em supostas gravações ambientais clandestinas, o Sindepol-TO buscará os órgãos competentes visando uma ampla investigação com o fim de estabelecer a verdade em cada caso, bem como apurar responsabilidades por eventuais denúncias infundadas e práticas ilícitas.

Assim, esta Entidade Sindical reafirma seu compromisso com a transparência e legalidade e não se quedará inerte ante as supostas tentativas de intimidação e exposição dos integrantes da carreira de Delegado de Polícia Civil.

Palmas-TO, 20 de julho de 2022

BRUNO AZEVEDO | Presidente do Sindepol-TO”

 

Do AFNotícias 

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