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O policial militar do Paraná Fabiano Junior Garcia que matou a própria família , além de dois pedestres, na noite desta quinta-feira e madrugada de sexta-feira, enviou um áudio por mensagem explicando os crimes, cometidos nas cidades de Toledo e Céu Azul, no Paraná. A gravação circula em grupos de WhatsApp na manhã desta sexta-feira. Seu conteúdo foi confirmado pela PMPR como tendo sido enviado por Fabiano, de 37 anos, mas ainda não se sabe em que momento ele fez a gravação, se foi antes dos crimes, durante ou depois. De acordo com o Coronel Hudson Leôncio Teixeira, Comandante-Geral da PMPR, a motivação do crime seria o fato de que Fabiano não teria aceitado o fim do relacionamento.

“Família, me desculpa, me desculpa, me desculpa, mas eu não ia conseguir viver sem a Kassiele. Me desculpa. Ela já não estava mais suportando muito o jeito que eu lidava com ela, não estava mais suportando se eu ia dar atenção pra ela ou não. E ela deixou a entender que ela não fazia questão de continuar comigo. Então, se é assim, como eu me dediquei toda a minha vida pra ela e eu dediquei de todo coração mesmo, eu desisti de pensar em qualquer outra pessoa, de pensar em pular a cerca ou qualquer coisa, pra poder dar atenção, dar valor pra ela, eu entrei em um momento de depressão, entrei nesse maldito desse jogo, para mim maior válvula de escape para a depressão e me distanciei dela. E ela se acostumou com isso. E daí agora ela disse que tanto faz, então se pra ela tanto faz, ela não quis mais ficar comigo, ela falou que possivelmente ia separar, não iria ficar comigo do jeito que eu sou, que eu sou com as coisas do meu jeito e tal, então se é assim, eu já estava querendo fazer isso mesmo, porque eu já não consigo conviver com a situação da minha mãe lá com o problema lá, eu vivo financeiramente f*”, afirmou Fabiano no áudio.

O comandante-geral disse que está sendo aberto inquérito policial militar para apurar os fatos. De acordo com os relatos sobre como Fabiano se portou no dia anterior, Teixeira contou que ele trabalhou normalmente na quinta-feira. O PM deixou o serviço por volta das 19h e, às 23h, ligou para o cunhado. Até cerca de meia-noite, cometeu os crimes.

“Presumo que já tivesse um planejamento”, acrescentou Teixeira.

 

Do IGNotícias 

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