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Ascom

O deputado estadual Ricardo Ayres (PSB) usou da tribuna nesta terça-feira, 16, para reiterar quanto à gravidade da situação pandêmica em Palmas e no Tocantins. Segundo o parlamentar, os números de infectados e óbitos atingem picos diários, aliado a uma superlotação dos leitos clínicos e de UTI. Ayres cobrou uma união de esforços, no âmbito federal, estadual e municipal para ações de isolamento social, concessão de benefícios e ampla vacinação em busca de amenizar os impactos desta nova onda de contaminação.

Em seu discurso, o deputado também ressaltou que as desigualdades sociais levam o país a ter dois grupos contrastantes em meio à pandemia: os que têm condições financeiras e sociais de manter as recomendações de isolamento e os que não têm essas condições e tem que “lutar pelo pão de cada dia”. “Nós precisamos agir como representantes da população, e como tais, devemos falar da realidade contrastante. Temos que manter o isolamento social sim, mas temos que garantir também que os trabalhadores não tenham sua água e energia cortadas, que tenham algum tipo de auxílio emergencial para poder se manter em casa sem expor a si e sua família.” pontuou o deputado.

A ciência que deve prevalecer

Ayres ainda citou outros agravantes à pandemia no Brasil: a propagação das Fake News e a descredibilização da Ciência. “É a ciência que deve prevalecer”, destacou o deputado, em crítica a propagação de inverdades que desestabilizam a correlação de forças entre políticos, cientistas e profissionais de saúde no combate à pandemia, na propagação de medidas sanitárias e na vacinação em massa. “Não podemos fazer da pandemia um cabo de guerra, todo mundo tem obrigação, todo mundo tem responsabilidade nesta batalha”, destacou Ricardo Ayres.

Na oportunidade o parlamentar ainda aproveitou para exemplificar as demandas conjuntamente resolvidas entre o Governo Estadual e a Gestão Municipal de Porto Nacional em busca da resolução de problemas em decorrência da Covid-19, como na união de esforços pela instalação de 10 leitos de UTI no Hospital Regional de Porto Nacional e agilidade na aquisição de insumos, equipamentos. “E é esse o apelo que eu faço, não vamos competir, como somos levados a fazer, somos um só país, e devemos substituir a competição pela cooperação como são as abelhas e as formigas”, concluiu.

 

 

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