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Durante entrevista na tarde desta quinta-feira (26), o delegado José Carlos Garcia, que comanda as investigações sobre o bárbaro crime que vitimou um casal de camponeses em Paraíso do Tocantins, descartou a hipótese de latrocínio aventada inicialmente.

“Havia dinheiro nos cômodos, à vista de quem primeiro entrasse. Não foi subtraído. As alianças do casal permaneceram nos dedos; objetos de valor na casa; nada disso foi subtraído”, revelou a autoridade policial.

O delegado José Carlos também argumentou que nenhuma arma foi encontrada na cena do crime e ressaltou que alguns levantamentos iniciais indicam que o duplo homicídio pode ter sido praticado com a utilização de um facão ou algum outro objeto perfuro cortante de grande porte.

Os peritos criminais acreditam que João Miguel e sua companheira Lindomar Cardoso foram mortos por volta de 5h da manhã. Os corpos foram localizados pela família às 10h depois de algumas tentativas de contato sem retorno.

O crime

Um crime bárbaro ocorrido na madrugada desta quinta-feira (26) em Paraíso do Tocantins causou revolta à população. Um casal foi encontrado morto com requintes de crueldade em uma fazenda às margens da TO-080, nas proximidades da ponte do córrego Capim Branco, saída para Monte Santo.

Conforme informações preliminares, a família tentou contato com as vítimas e não tiveram retorno, logo em seguida uma pessoa próxima foi até o local e encontrou o casal sem vida e com sinais de violência e agressão.

Segundo a PM, a vítima do sexo masculino, identificada como João Miguel, foi encontrada próximo ao curral da fazenda, o que aponta para uma possível tentativa de fuga. Já a mulher, Lindomar Cardoso, foi encontrada no interior da casa, com perfurações no corpo provocadas por arma branca.

A Polícia Civil investiga o caso.

Colaboração: Surgiu

 

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