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Da Ascom/MDB

Iniciar obras com recursos públicos e abandoná-las é uma praxe de quase todas as gestões públicas do Brasil. A dinheirama proveniente das emendas, dos fundos e dos empréstimos tem que sair para os empreiteiros pagarem as comissões. “Mede o que tem, paga e se não der para fazer o resto, deixa pra lá” sempre foi assim.

No Tocantins, mais precisamente, em Porto Nacional, a gestão pública de qualidade comandada pelo Prefeito Joaquim Maia, erguida sob o escopo da mudança provou que realmente faz diferente.

Em vez de carrear mais recursos e aumentar a manada, o Caçador de Elefantes Brancos montou sua equipe focada na desburocratização e alocação de verbas para resgatar as abras abandonadas e colocá-las à disposição da população.

Pavimentação e drenagem do Imperial

Se lançamento e assinatura de ordem de serviço representarem início de obra, a população do Setor Imperial já foi ludibriada muitas vezes por alguns gestores que passaram pela Prefeitura de Porto Nacional.

O antigo sonho de transformar a saída sul da cidade em um cartão postal passou a ser realidade agora com o desbravador e resgatador de equipamentos públicos.

Depois de uma intermitente batalha envolvendo as prometidas indenizações, tudo foi resolvido com reembolso milionário aos proprietários que ficaram satisfeitos e estão vendo as obras de pavimentação, drenagem e construção portal sul em andamento.

Redes Elétricas

Mesmo com o montante de recursos arrecadados através da Contribuição Sobre Iluminação Pública, os chamados complementos de redes elétricas ficaram esquecidos por muito tempo causando revolta e insegurança à população.

Avenida Manoel José Pedreira, entre a Carlos Braga e a Engenheiro Luiz Cruls, Setor Jardim Brasília. Era um verdadeiro breu, nem postes existiam no canteiro. O solucionador de descasos resolveu assim que assumiu o mandato.

Avenida Perimetral, entre o Anel Viário e o Brigadeiro Eduardo Gomes, obra decantada e usada para arranjar votos, porém, só saiu do ostracismo na gestão Joaquim Maia que conseguiu alocar recursos para pavimentar e iluminar a via que era considerada “A Rota dos Assaltos e Estupros”.

Da Ponte a Pinheirópolis, um trecho da TO-255 que apresentava enorme insegurança no trânsito e na integridade física das pessoas. Essa rede de iluminação foi prometida e anunciada como prioridade por alguns que passaram pela prefeitura, entretanto, somente o destemido cumpriu a sua missão de colocar os equipamentos públicos ao bem da coletividade.

UBS em Luzimangues

Abandonada na gestão anterior, a obra de edificação da Unidade Básica de Saúde Portal do Lago, em Luzimangues foi destravada burocraticamente, retomada em 2018, concluída, transformada em unidade mista com atendimento 24 horas e entregue à população em junho de 2019.

Hoje, a unidade conta com equipe multiprofissional, suporte de ambulância 24 horas e é chamada de MINI-UPA.

Filhote

No começo de sua saga, Joaquim Maia – O Caçador de Elefantes Brancos – sabia dos grandes desafios, como a Creche do Nova Capital, Praça da Juventude, Parque Guariba, Centro Olímpico, Biblioteca e outros, mas, ficou estarrecido quando descobriu que tinha um filhote abandonado no almoxarifado da Secretaria de Saúde.

O aparelho de Raio X da UPA – Unidade de Pronto Atendimento – que deveria estar sendo usado para auxiliar no tratamento e salvamento de vidas humanas, ficou esquecido em algum canto de parede. Rapidamente foi feito o investimento necessário com suporte de rede elétrica e o equipamento foi colocado em funcionamento.

O invisível

Uma grande obra da gestão do desbravador foi desencalhada depois de muito tempo sem quase ninguém nem saber do que se tratava.

Apensar de suas dimensões paquidérmicas, o Programa de Regularização Fundiária – REURB/MORAR LEGAL – não era prioridade em gestões arcaicas por dois motivos: não era visível; e acabava com a troca por voto das famílias que recebiam as cessões de direito dos imóveis.

Finalmente, a regularização fundiária aconteceu.

Joaquim Maia montou uma excelente equipe de profissionais para destravar o programa e entregou, sem custos para os moradores, mais de 2 mil títulos definitivos em diversos setores da cidade e nos distritos. Agora, os pais, filhos e herdeiros são os verdadeiros donos de suas casas e lotes.

Moradores ficam felizes com os títulos definitivos de seus imóveis.

Conclusão

Um caçador como esse é muito bom. Não agride o meio-ambiente; ressuscita “animais” que estão morrendo por abandono; luta, obstinadamente, pelo bem comum; só pensa em ampliar oportunidades para todos; não fala asneiras; e não mente.

Até aqui foi uma trilogia. Ainda não sabemos se essa saga vai ter continuidade, pois, não depende somente do principal personagem.

AGORA REVEJA  PARTE I   PARTE II

FOTOS: PortalMM, Gazeta do Cerrado e Ascom/MDB


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