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É sempre assim, em Porto Nacional. Quando se inicia o período pré-eleitoral, muito se ouve falar em viabilizar um candidato a vice que tenha popularidade em Luzimangues. E não é só um grupo não, são quase todos que buscam essa alternativa.

Então? Conhecido. Bom para Luzimangues. E para a cidade e as demais comunidades rurais, como será?

A bem da verdade, a escolha desse badalado populista da maior área distrital do município é fundamentada em interesses eleitoreiros.

Dá para perceber que não há a mínima preocupação se o escolhido conhece ou não os problemas e as necessidades da imensa área urbana e das demais localidades que povoam o município.

Se realmente for preciso assumir as rédeas da gestão municipal, um eventual vice de Luzimangues, mesmo já tendo atuação política, dificilmente terá domínio sobre o estado e o funcionamento dos próprios órgãos municipais. Talvez, sem o auxílio do Google Maps, nem saiba onde estão localizados.

Luzimangues já possui uma infraestrutura muito além dos demais distritos. Tem subprefeitura; tem escolas, incluindo a maior da rede municipal; tem Unidade Mista de Saúde e UBS normal; tem CRAS e outros serviços de Assistência Social; tem Conselho Tutelar;  tem núcleo da Guarda Municipal; tem Transporte Coletivo; tem Frota Municipal Nova; tem Feira Livre; tem Praia com Temporada; tem Coleta de Lixo, enfim… Tudo isso sem precisar de vice.

A escolha dos virtuais gestores deve ser pautada na visão macro municipal e não em uma determinada região de grande contingente eleitoral por causa dos votos.

E também é bom saber se há preparo intelectual deste eventual ocupante do cargo-mor da Capital da Cultura Tocantinense.

Já disse, tá dito.

Aurivan Lacerda

Da Redação 

 

 

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