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Ascom/ Campanha Eleitoral

Joaquim Maia, candidato à reeleição a prefeitura de Porto Nacional, durante os últimos três anos e nove meses investiu no cuidado da saúde da população. Um dos projetos que melhorou significativamente em sua gestão foi a qualidade do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) que se trata de serviço complementar aos cuidados realizados na atenção básica e de urgência, também sendo substitutivo ou complementar à internação hospitalar.

Márcia Sales é irmã de Paulo, paciente atendido pelo SAD após ter sido vítima de um acidente automobilístico que resultou em paraplegia e ressalta o quanto o Serviço contribui para a qualidade de vida do irmão e da família. “Percebemos que o Joaquim investiu muito no SAD, assim meu irmão recebe todo atendimento necessário pela equipe sem sair de casa e por isso apoiamos a candidatura de Joaquim e pedimos que votem para que o trabalho continue”, ressalta.

Joaquim melhorou o SAD para prestar um serviço de qualidade para os pacientes.

“Atualmente o SAD atende 33 pacientes, nosso foco é proporcionar a essas pessoas que precisam de cuidados em casa assistência humanizada e integrada as redes de atenção à saúde de Porto Nacional. Para isso aumentamos a equipe e demos total condições de trabalho”, destaca Joaquim. O candidato a reeleição explica que o SAD é caracterizado por um conjunto de ações de prevenção, tratamento de doenças, reabilitação e promoção da saúde em domicílio.

Equipe

A equipe do SAD de Porto Nacional é composta por uma médica, duas enfermeiras, quatro técnicas de enfermagem, duas fisioterapeutas, uma assistente social, uma fonoaudióloga e uma psicóloga, além de ter à disposição da equipe um carro com um motorista. A prestação da assistência aos pacientes acontece de segunda a segunda conforme protocolo do Ministério da Saúde.

SAD atende 33 pacientes em casa.

Objetivo

O SAD tem como objetivo a redução da demanda por atendimento hospitalar; redução do período de permanência de pessoas internadas; humanização da atenção à saúde, com a ampliação da autonomia dos pacientes; e a desinstitucionalização e a otimização dos recursos financeiros e estruturais da Rede de Atenção à Saúde (RAS).

 

 

 

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