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Ascom/MDB Porto Nacional 

Quem tem acompanhado ou procura se informar sobre as administrações municiais em Porto Nacional, percebe claramente, que a gestão do Prefeito Joaquim Maia implantou uma inquestionável mudança muito grande em todos os aspectos: desde o trato e cuidado com as pessoas, até o resgate de obras inacabadas e abandonadas, como se o dinheiro do povo tivesse sido jogado ao léu sem a menor preocupação.

Cumprindo o que prometeu ainda quando estava “Ouvindo a Cidade”, o atual chefe do executivo portuense encarou uma grande batalha-tríplice (jurídica, burocrática e financeira) visando reaproveitar as vultosas somas de dinheiro gastas em gestões passadas e que poderiam ficar totalmente perdidas se os portuenses não tivessem acreditado na nova metodologia administrativa.

Esqueletos abandonados

Ao chegar na Prefeitura, em janeiro de 2017, o gestor Joaquim Maia e sua equipe encontraram nos pátios das Secretarias de Educação, Saúde e Infraestrutura os restos mortais de máquinas, caminhões, ônibus, vans, camionetes e carros pequenos que foram usados e abandonados.

Nesse caso, não foi possível reaproveitar. O estado deplorável indicava que os consertos e manutenções ficariam mais caros e, mesmo assim, ainda comprometiam o andamento dos serviços.

Uma nova frota completa foi adquirida, inclusive, com maquinário de primeira linha.

Nova Capital de novo

Uma das maiores incursões da saga que coloca o gestor nas páginas de destaque da história do município, se deu no Setor no Capital, onde, além da creche já relatada, também foram resgatadas e colocadas à disposição da população, a Praça e a Quadra Poliesportiva antes com suas muretas e alicerces cobertos pelo matagal que serviam também de esconderijos para malfazejos.

Escola do Imperial   

Mais um rastro de enganadores e prometedores que torram recursos em investidas eleitoreiras ficou abandonado por mais de meia década. A tão propalada escola do Setor Imperial que foi preciso a gestão Joaquim Maia encarar uma guerra nos tribunais para retirar do empreiteiro que paralisou e “brigou” até o fim por aditivos, enquanto vândalos e gatunos danificavam e furtavam o patrimônio público abandonado.

Depois dessa intermitente batalha, finalmente, o “elefante” foi resgatado e se encontra quase pronto para cumprir sua grande missão no contexto educacional.

Centro Olímpico

Um dos mais importantes equipamentos públicos consignado ainda na administração de Paulo Mourão (PT), foi relegado ao abandono por seus sucessores. Foram mais de 6 anos de depredação e subtração de materiais e mobiliários sem que ninguém desse a mínima. O que era para formar atletas em modalidades olímpicas virou alvo dos ladrões e antro de prostituição e consumo de drogas.

O esforço do brilhante caçador com articulações políticas resultou em aporte financeiro superior a R$ 1 milhão de reais que foram investidos na reativação do paquiderme que volta a ser o tão sonhado centro de formação de atletas e revelação de talentos esportivos do município.

Centro de Convenções

O maior mastodonte desse capítulo é o imponente e importante Centro de Convenções Comandante Vicentão que ficou inacabado e desprezado por quase uma década enfeando a orla, um dos maiores cartões postais da cidade. “Desde quando assumimos, iniciamos uma incansável luta para mudar o aspecto de abandono que havia no maior espaço público da nossa orla onde fizemos demolições, reformulações e a conclusão do grande centro de convenções que hoje está sendo utilizado todos os dias”, relembra o prefeito Joaquim Maia.

As ações de Joaquim Maia visando reaproveitar recursos tidos como desperdiçados e colocar equipamentos públicos à disposição da população, são inquestionáveis evidências do novo modelo de gestão implantando em Porto Nacional e que deveriam ser copiados por outros gestores.

A saga do Caçador de Elefantes Brancos ainda envolve obras invisíveis e filhotes de elefantes que estavam esquecidos em almoxarifados de órgãos municipais.

Não perca o fechamento dessa aventura que se tornará inesquecível e bastante plausível para muitas gerações doravante.

REVEJA A PRIMEIRA PARTE AQUI

Aguarde o fechamento da trilogia.

Fotos: Web e Ascom/MDB

 

 

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