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Da Ascom/MDB

Dentre as mudanças implantadas em Porto Nacional pela gestão municipal, a que chama mais a atenção da população, é o enorme esforço implementado pelo Prefeito Joaquim Maia e sua equipe, no sentido de retomar obras inacabadas e abandonadas em diversos setores da cidade, nos distritos e nos assentamentos.

Uma verdadeira batalha de três frentes: jurídica, burocrática e financeira – foi travada desde os primeiros meses da atual administração com o intuito de recuperar os absurdos que foram gastos em gestões passadas e que poderiam ficar totalmente perdidos se não fosse o novo modelo administrativo que busca aproveitar todos os recursos visando oferecer melhores condições de vida aos portuenses.

Praça da Juventude

Inaugurada recentemente, a Praça da Juventude estava com suas obras paradas há mais de 10 anos e, finalmente, foi concluída e entregue à população em junho de 2019.  Ao logo desse tempo, o espaço onde os recursos públicos foram gastos era usado para práticas nocivas aos bons costumes e era alvo de cobranças de milhares de moradores do Fama, Parque da Liberdade, Novo Planalto, São Francisco e Vila Operária.

Depois de uma verdadeira revolução burocrática e insistência na liberação de recursos, o elefante branco deu lugar ao belíssimo espaço que hoje pode ser desfrutado não só pelos jovens, mas, também pelos idosos, crianças e adultos em geral.

Biblioteca

Alvo de desdém pelo contraste com o estigma de capital da cultura tocantinense, a Biblioteca Ely Brasiliense ficou deteriorada e abandonada durante muitos anos. As promessas daqueles que passaram pela prefeitura foram muitas, porém, as ações concretas nunca apareceram.

Antes de completar dois anos de gestão, ainda em 2018, o prefeito Joaquim Maia conseguiu alocar os recursos para reerguer o um dos principais símbolos culturais de um povo que sempre se vangloriou por ser vanguarda no conhecimento e nas artes.

O chefe do executivo portuense lembrou que toda vez que ia à Brasília, batia na tecla da biblioteca até, finalmente, ter o aval com a devida contrapartida municipal.

Creche do Nova Capital (Maior Paquiderme)

Esquecido e quase morto por aproximadamente 10 anos, o maior paquiderme branco desta primeira parte da reportagem, é a tão badalada creche do Setor Nova Capital que teve seus recursos torrados mesmo estando longe da conclusão.

Fruto de um convênio com FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – através do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil – PROINFANCIA  a obra inacabada e repleta de desmandos foi parar na via judicial.

No intuito de cumprir o compromisso assumido em praça pública, o Prefeito Joaquim Maia percorreu uma via-crúcis entre Porto Nacional e Brasília até encontrar o caminho apontado pelos técnicos do FNDE que já aguardavam a decisão da justiça que poderia bloquear recursos do município e ainda incluí-lo no cadastro de inadimplentes junto aos órgãos públicos.

Para dar garantias de conclusão da obra, a gestão Joaquim Maia foi obrigada a alterar a LOA – Lei Orçamentária Anual – visando garantir a alocação de recursos para tal finalidade. Ao chegar na Câmara em regime de urgência, os vereadores entenderam as razões expostas e aprovaram a matéria que foi protocolada no FNDE em tempo hábil.

Depois da Batalha, as obras, finalmente, foram retomadas e em julho de 2019, no aniversário do município, a creche inacabada foi inaugurada com o nome de CMEI – Centro Municipal de Educação Infantil Professora Judith Tavares de Meneses.

O Caçador de Elefantes Brancos segue sua aventura, até porque, ainda tem muitos para resgatar: Centro Olímpico, Parque Guariba, Escola do Imperial, Praça da Vila Operária, Praça Nova Capital e outros que estarão nos próximos capítulos.


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