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Em entrevista ao programa MICROFONE VERDADE, na Rádio Porto FM, o Prefeito de Porto Nacional, Joaquim Maia (MDB), ressaltou que as expressões calote e golpe são completamente descabidas em relação ao projeto que pede autorização dos vereadores para suspender o repasse da contribuição patronal até dezembro vindouro em função da pandemia do novo coronavirus.

“A politicagem de um grupinho de pré-candidatos que querem subir derrubando os outros leva-nos a esclarecer que essa suspensão para futuro parcelamento está assegurada com base em PEC aprovada pelo Congresso Nacional que dá esse direito até à iniciativa privada. Esse suporte é, exatamente, para assegurar o cumprimento dos compromissos com os servidores que honrei todos até hoje. Paguei todas as progressões, datas-bases, pontos cortados, salários atrasados… posso dizer que tenho crédito com eles para garantir que jamais os prejudicarei”.

O chefe do executivo portuense lembrou que sempre cumpriu todos os repasses e ainda vem pagando o parcelamento da gestão anterior que não enfrentou nenhuma das três graves crises que se abateram sobre a administração atual. Nesse contexto ele enumerou a greve dos caminheiros; o fechamento da ponte; e pandemia.

Mais de 40 milhões

Com todos os compromissos cumpridos até hoje, inclusive, pagando o parcelamento que herdamos, o Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores Público de Porto Nacional – PREVIPORTO – tem mais de 40 milhões de reais aplicados e o desconto de folha continuará sendo efetuado normalmente, portanto, não haverá nenhum comprometimento com as aposentadorias e pensões dos nossos valorosos funcionários”, explicou

De acordo com o Joaquim Maia, a gestão só precisa de autorização da Câmara porque a previdência é própria, pois se ainda fosse feito esse recolhimento junto ao INSS já estava, automaticamente, autorizada a suspensão do repasse patronal até dezembro.

Não tem recomendação

Ainda conforme salientou o prefeito, esse projeto está em discussão na câmara já há algum tempo e, mesmo com tanto estardalhaço do grupinho de politiqueiros, até hoje não houve nenhuma recomendação ou reclamação do MPTO, da OAB, dos Sindicatos que lutam pelos direitos dos servidores e dos próprios advogados concursados do município.

Para o gestor, já que é colocado como algo tão grave, poque mais ninguém denuncia, nem mesmo os grandes veículos de comunicação e os renomados jornalistas. “Será que só o grupinho está certo e todo mundo está errado?”, indagou.

Ascom/MDB – Porto Nacional