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O Bacharel em Direito e ex-candidato a vereador de Porto Nacional, João Paulo Essado Maya, 34 anos, e um funcionário seu conhecido por WILSON, foram flagrados com 12 quilos de maconha e 2 de skunk, na noite de sábado (27), na BR-153, zona rural de Gurupi, sul do Tocantins.

Ação faz parte da operação Transitum Nox desencadeada pela 1ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (DENARC/Palmas) com apoio da Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC Gurupi).

De acordo com o delegado chefe da 1ª DENARC, Ênio Walcácer, o flagrante se deu mediante investigações que vinham sendo realizadas no sentido de monitorar traficantes que pegam drogas em Goiânia para abastecer Porto Nacional e Palmas, sendo primordialmente repassadas à venda para camadas sociais mais altas.

Investigações

As investigações da Polícia Civil, descobriram que haveria um transporte que seria realizado nesta semana. Sabendo disso, os policiais civis montaram barreiras e conseguiram, exitosamente, fazer a interceptação. As drogas estavam escondidas dentro das portas do veículo Gol, sendo localizadas após minucioso trabalho de busca dos agentes da PC.

Pureza das Drogas

O delegado Ênio Walcácer, enalteceu o trabalho de monitoramento das equipes e ressaltou a pureza das drogas que deveriam ser repassadas para pessoas com poder aquisitivo mais elevado. “Conseguimos apreender essa grande quantidade de droga de alta pureza que tinha como alvo a venda para pessoas com maior poder aquisitivo, visto a pureza elevada das drogas apreendidas.”

Os dois acusados foram autuados em flagrante por tráfico interestadual de drogas e associação para tráfico. Em seguida foram recolhido à carceragem da Casa de Prisão Provisória de Gurupi onde ficam à disposição da justiça.

Transitum Nox

A operação foi intitulada Transitum Nox, que é a expressão latina para “travessia noturna”, em referência a rota noturna usada para o tráfico de drogas entre Goiás e Tocantins.

Skank

Skank (também conhecida como supermaconha e skunk) é uma droga mais potente que a maconha, ambas são retiradas da espécie Cannabis sativa e, por esse motivo, possuem em suas composições o mesmo princípio ativo – THC (Tetra-hidro-canabinol).

A diferença é proveniente do cultivo da planta em laboratório. O preparo da Cannabis sativa para obtenção do Skank é feito em estufas com tecnologia hidropônica (plantação em água).

Segundo estudos, no skank há um índice de THC sete vezes maior que na maconha. A porcentagem chega até 17,5%, sendo que na maconha é de 2,5%. Sendo assim, a quantidade necessária para entorpecer o indivíduo é bem menor.

Ações no organismo: A droga começa a ser absorvida pelo fígado até que o composto THC alcance o cérebro e o aparelho reprodutor. (fonte: https://brasilescola.uol.com.br/drogas/skank.htm )


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