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Por conta da famigerada pandemia da covid-19 nos açoitada pelo novo coronavírus, as atenções políticas estão em banho-maria. Porém, aqui no DIGO LOGO a gente fica escarafunchando alguma coisa.

Observando aqui os últimos acontecimentos, depois do fechamento da janela e a apresentação das novas listas de filiados de cada partido, percebi algo que me levou a focalizar uma verdadeira galeria de ex-prefeitos propensos a apoiar a pré-candidatura do atual gestor de Porto Nacional.

Dos que estão vivos dos últimos 40 anos, só está, redondamente, de fora do arco de alianças, Otoniel Andrade que pretende ser candidato.

Jurimar Macedo que deixou a prefeitura em 1980 foi quem assinou a ficha de filiação de Joaquim Maia ao MDB. Pela lógica, deverá apoiá-lo.

Vicentinho Alves depois das últimas eleições sua admiração por Otoniel se transformou em abominação. Seu herdeiro político (Vicentinho Júnior) tem excelente relação com Joaquim Maia. E pensando em lastrear uma pré-postulação na capital até ensaia uma possível aproximação a Paulo Mourão.

Fábio Martins e sua esposa Tereza se dão bem com os dois grupos antagônicos. Mesmo entrelaçados familiarmente com clã dos Andrade, existe a possibilidade de Lílian Martins – filha do casal – ser a pré-candidata a vice de Joaquim Maia.

Paulo Mourão não será candidato em Porto Nacional; dá sinais de aprovação à gestão atual; nunca cogitou nem de longe uma aproximação a Otoniel; e ver uma boa parte do PT insatisfeita com as últimas decisões tomadas por Ronivon que ainda poderia estar dentro do partido.

Sei que tem muita gente que diz que esse tipo de apoio não representa muito, entretanto, a cada eleição, vejo muitos que dizem isso e quando conseguem um ex-vereador já comemoram fazendo alarde publicitário.

Quer saber de uma coisa: não política é sempre bem vindo apoio de qualquer eleitor. E se for de uma liderança de qualquer seguimento, melhor ainda.

Das quatro operações da matemática, a política adotou somente duas: somar e, principalmente, multiplicar.

Da Redação/Aurivan Lacerda