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Desde quando saiu o resultado das eleições de 2016, quando foi pela terceira vez consagrado campeão de votos para o parlamento municipal, o nome do vereador Emivaldo Pires de Souza, conhecido popularmente por MIÚDO, ganhou forças e passou a ser visto, preponderantemente, como um dos principais para o pleito de 2020.

Hábil nos diálogos e entendimentos dentro e fora da Câmara, o edil vislumbrava possibilidade de contar com o apoio de vários colegas que o admiram pela capacidade de pacificação e conciliação dentro da casa.

Sempre demonstrando que não iria continuar aliado do amigo e ex-prefeito Otoniel Andrade, MIÚDO cada vez mais encorpava sua pré-postulação ao paço municipal.

Era constantemente lembrado nas conversas e fofocas em torno dos nomes que poderiam surgir na corrida pela prefeitura. Em qualquer debate sobre o assunto nas esquinas e nas praças, o vereador era visto com possibilidade de liderar uma chapa que poderia galgar êxito nas próximas eleições.

Prisão e definhamento

No dia 27 de dezembro de 2018, todo aquele fervor que embalava uma pré-candidatura com condições de triunfo, deu lugar ao desencadeamento de uma série de manchetes policiais mencionando as palavras prisão e corrupção, literalmente, contestadas por uma grande parte dos eleitores.

A Operação Poker Face, como foi chamada pela Polícia Civil, passou a ser o pesadelo intermitente que não só aplacou o crescimento, mas, também provocou o bague de uma postulação que se preparava para voar mais alto.

Os familiares, amigos e apoiadores acreditam, cegamente, que não existe nada que possa macular a idoneidade de Miúdo, porém, sem o resultado da investigação atestando a almejada isenção, a retomada do impulsionamento da pré-candidatura fica comprometida.

Da Redação/Aurivan Lacerda