Os reflexos negativos do primeiro ano de administração do Prefeito Joaquim Maia (PV), em Porto Nacional, têm extrapolado os limites até mesmo do grupamento político que o ajudou a chegar à chefia do executivo da terceira maior cidade do Tocantins.

Depois da renúncia da ex-assessora especial, Ermínia da Trindade Rodrigues Neres, considerada uma das cabeças-pensantes da campanha e da gestão, agora é a vez do vereador Djalma Araújo, único edil eleito pelo partido do gestor, anunciar que não seguirá mais o voto da bancada de situação no parlamento municipal.

O parlamentar asseverou que a partir de agora fará uma atuação independente: “Levantamos a bandeira da candidatura do prefeito; ouvimos a cidade juntos com ele; construímos um plano de governo que, simplesmente, foi engavetado. Não posso dar as costas ao povo e apoiar uma gestão que não se condiz com os anseios da coletividade”, cravou.

O vereador Djalma Araújo ressaltou que já teve vários conversas com Joaquim Maia alertando sobre a necessidade de dar rumo à gestão e cobrando as mudanças que foram propaladas em praça pública durante a campanha. “Chegamos ao final do primeiro ano do mandado e não vemos nenhuma perspectiva de melhora para o ano que vem. Muitas exonerações, cortes de gratificações, frustrações, abandono de obras, atrasos nos pagamentos dos fornecedores e falta de planejamento. Pregamos uma mudança que ainda não apareceu e nem vislumbra possibilidade acontecer”, avaliou Djalma.

Por fim, o vereador que tenciona disputar uma cadeira de deputado estadual no ano que vem, deixou claro que não seguirá orientação de ninguém e estará pronto para discutir quaisquer projetos e votar de acordo com que o for benéfico para o povo e para o município.

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