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07/12/2018 ás 00h44

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Porto Nacional / TO

Interpol e PC descobrem enfermeira funcionária do TO cursando medicina no Paraguai.
Uma farmacêutica também servidora do estado é dona de hotel de luxo em Araguaína.
Interpol e PC descobrem enfermeira funcionária do TO cursando medicina no Paraguai.

Investigação da Polícia Civil de Araguaína e da Interpol, polícia internacional, encontrou uma servidora pública do Estado do Tocantins cursando medicina na Ciudad del Este, no Paraguai.


Segundo as investigações, Alcyany Chaves de Melo Feitosa é enfermeira concursada e estava lotada no Hospital Regional de Araguaína (HRA). No entanto, ela foi cedida em julho de 2017 à Secretaria de Articulação Política, com lotação em Palmas.


A investigação aponta que em vez de trabalhar na capital, a enfermeira era servidora 'fantasma' e recebia cerca de R$ 4 mil mensais.


Investigação da Polícia Civil de Araguaína e da Interpol, polícia internacional, encontrou uma servidora pública do Estado do Tocantins cursando medicina na Ciudad del Este, no Paraguai.


Segundo as investigações, Alcyany Chaves de Melo Feitosa é enfermeira concursada e estava lotada no Hospital Regional de Araguaína (HRA). No entanto, ela foi cedida em julho de 2017 à Secretaria de Articulação Política, com lotação em Palmas.


A investigação aponta que em vez de trabalhar na capital, a enfermeira era servidora 'fantasma' e recebia cerca de R$ 4 mil mensais.


Outra operação da Polícia Civil de Araguaína também investiga outra possível servidora fantasma do Governo. O alvo é a empresária Kátia Borba Neves, proprietária do hotel de luxo na cidade.


O Portal da Transparência mostra que ela é farmacêutica concursada desde agosto de 1994 e tirou licença para interesses particulares, sem remuneração, a partir de 11 de agosto deste ano.


Sobre a investigação que mira Alcyany Chaves, o delegado José Anchieta, da Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic-Norte), afirmou que ela recebia sem trabalhar antes mesmo de se mudar para o Paraguai.


Na verdade, ela já estava recebendo sem trabalhar, mas ela foi cursar medicina na Universidade Internacional Três Fronteiras, na Ciudad Del Este, e continuou a receber seus proventos sem exercer nenhuma função. A partir de meados de 2017, ela já não trabalha nem aqui [em Araguaína] e nem em Palmas”, disse.


Conforme o delegado, frequências e notas escolares comprovam que ela está cursando medicina na cidade paraguaia.


Tivemos uma colaboração da Interpol, conseguiu as frequências e notas comprovando que ela está regularmente matriculada na universidade no Paraguai, frequentando as aulas normalmente e sendo aprova nas disciplinas. E era algo que ela ostentava nas redes sociais. Ela postava imagens na faculdade. Não era algo que havia uma preocupação em se esconder”, disse o delegado.


Ainda segundo a polícia, Alcyany Chaves continua recebendo normalmente e os pagamentos são comprovados por meio do Portal da Transparência.


As investigações continuam, as informações serão encaminhadas à Justiça e ao Estado. "É esperado que a Corregedoria tome as providências de abrir procedimentos administrativos disciplinar de exclusão”, finalizou Anchieta.

FONTE: Araguaína Notícias

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