MPE e DPE definem estratégias de proteção de adolescentes do movimento hip-hop.
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MPE e DPE definem estratégias de proteção de adolescentes do movimento hip-hop.
Serão discutidas formas de abordagem e proteção dos jovens envolvidos nos eventos inseridos no contexto.
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Postada em 17/10/2018 ás 00h09
MPE e DPE definem estratégias de proteção de adolescentes do movimento hip-hop.

O Ministério Público Estadual (MPE) e a Defensoria Pública Estadual (DPE) iniciaram uma atuação conjunta na defesa dos direitos de jovens que participam do movimento hip-hop. A Promotora de Justiça Zenaide Aparecida da Silva e a Defensora Pública Larissa Pultrini reuniram-se nesta terça-feira, 16, para definir estratégias e parcerias com outras instituições.


A ideia, de acordo com Zenaide Aparecida, é discutir formas de abordagens e proteção dos jovens que participam de eventos como “batalhas de rimas”, que reúnem jovens compositores em duelos de rap com letras improvisadas. “O rap é uma arte mundialmente reconhecida e faz parte do cotidiano dos jovens que a utilizam como forma de expressão. É necessário preservar este movimento e respeitar as diversas formas de cultura”, comentou a Promotora de Justiça.


Dentre as propostas definidas nesta terça-feira está a elaboração de um termo de cooperação entre instituições como Universidade Federal do Tocantins, Unitins, Ordem dos Advogados do Brasil/TO, Polícia Militar, entre outros.


Para a defensora Larissa Pultrini, o objetivo da iniciativa é sensibilizar os agentes e instituições de segurança para atuação em casos que envolvam jovens do movimento hip-hop e em eventos como batalhas de rimas. “A atuação conjunta fortalece o trabalho do MPE e da Defensoria no esclarecimento sobre os direitos e deveres de todos os envolvidos”.


No mês de junho deste ano, um caso ganhou repercussão na imprensa devido à reação de um policial militar diante de um grupo de jovens rappers que ensaiavam no estacionamento do ginásio Ayrton Senna, na região Sul de Palmas. Na ocasião, o policial, incomodado com a música, destruiu a caixa de som utilizada pelos adolescentes. O caso segue sob investigação da Polícia Militar. (João Lino Cavalcante)

FONTE: Ascom/MPE
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