Quarta, 21 de novembro de 2018
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02/09/2018 ás 00h33 - atualizada em 02/09/2018 ás 21h59

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Porto Nacional / TO

Indícios de rebelião acarretam suspensão de visitas na CPP de Porto Nacional.
Inteligência Penitenciária detectou influência de organização criminosa incitando seus membros a se amotinarem.
Indícios de rebelião acarretam suspensão de visitas na CPP de Porto Nacional.

A Casa de Prisão Provisória (CPP) de Porto Nacional suspendeu as visitas durante este final de semana, nos dias 1º e 2 de setembro, por indícios de uma possível rebelião sendo organizada por parte de presos pertencentes a uma facção criminosa. A informação é da Secretaria de Cidadania e Justiça (Seciju).


A medida foi comunicada formalmente ao Poder Judiciário e ao Ministério Público Estadual (MPE), que a aprovaram. Com isso, visitas que por ventura venham a acontecer, somente mediante autorização judicial.


Segundo o Sistema Penitenciário Prisional (Sispen), a suspensão foi por motivo de segurança. Um relatório emitido pela Inteligência Penitenciária detectou que os presos membros da facção criminosa estariam planejando usar familiares de membros de outra facção como reféns para efetuarem fugas durante as visitas neste final de semana.


A suspensão também é de conhecimento da Defensoria Pública do Estado (DPE), com os devidos argumentos.


Unidade em ordem


A Secretaria garantiu ainda que a unidade está em ordem. Apenas na sexta-feira, após a decisão, familiares de alguns reeducandos reclamaram em frente à unidade prisional.


De acordo com o Sispen, a unidade está em ordem, com procedimentos de segurança reforçados e também não existem presos machucados, como vem sendo especulado de forma maléfica por algumas pessoas.


Plano de rebelião


O plano de rebelião e fuga foi elaborado após uma revista realizada na CPP na manhã de quinta-feira, 30, quando agentes encontraram e apreenderam 12 celulares, 20 chuços, 02 facas artesanais e cerca de 300 gramas de maconha,  durante um procedimento padrão visando a segurança dos reeducandos, dos servidores e demais públicos que frequentam o ambiente carcerário.

FONTE: T1 Notícias

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