Pai e filho acusados de roubo de animais são soltos por falta de provas.
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Pai e filho acusados de roubo de animais são soltos por falta de provas.
Eles foram apontados pela Polícia Civil como responsáveis pelo desaparecimento de 19 animais bovinos na região de Paraíso.
PortalMV Porto Nacional - TO
Postada em 14/08/2018 ás 00h15
Pai e filho acusados de roubo de animais são soltos por falta de provas.

Os lavradores João Antônio da Silva, o JOÃO PT; e João Antônio da Silva Júnior foram absorvidos pela Justiça, em Paraíso. Pai e filho haviam sido presos no dia 9 de julho. Eles foram apontados pela polícia como suspeitos pelo furto de 19 cabeças de gado no município, ainda em 2016. Em sua decisão a juíza Renata do Nascimento e Silva considerou que faltou provas robustas para a condenação no caso.


Os dois tinham sido presos quando estavam em uma propriedade rural no município de Porto Nacional. Eles haviam sido autuados pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa. Com eles, a polícia apreendeu um caminhão, um veículo de passeio e duas armas de fogo de fabricação caseira.


Na época João Antônio e seu filho foram presos preventivamente por terem seus nomes supostamente associados a uma quadrilha de furto especializado de gado, em outros inquéritos, nas cidades de Marianópolis e Cristalândia.


Porém, eles foram absorvidos – nos termos do art. 386, inciso VII do Código de Processo Penal – devido a falta de provas suficientes para condenação, já que no processo penal cabe à acusação demonstrar e provar de forma cristalina quem são os autores do delito.


Conforme costa nos autos, a vítima que foi roubada informou que na data dos fatos não tinha ninguém dormindo no imóvel e que só na manhã seguinte, quando seu filho chegou ao local, percebeu que boa parte dos animais havia sido furtada. Para o advogado de defesa, Fabrício da Fonseca Ferreira, “eles foram absolvidos por falta de provas, haja vista que o titular da ação penal não conseguiu lograr êxito em demonstrar e provar nos autos que os acusados são realmente os autores dos delitos imputados na peça ministerial”.


O advogado explicou ainda que , “Na dúvida, quando há falta de provas, deve prevalecer a aplicação do princípio do indúbio pró réu”.


Após a decisão, pai e filho foram liberados na tarde dessa segunda-feira (13).

FONTE: Portal MV
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