Escrivã da PC atira e mata ex-cunhado após ser agredida com enxadada.
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Escrivã da PC atira e mata ex-cunhado após ser agredida com enxadada.
O crime ocorreu em Ponte Alta do Tocantins durante prática de violência doméstica contra uma irmã da acusada.
PortalMV Porto Nacional - TO
Postada em 22/07/2018 ás 00h32 - atualizada em 24/07/2018 ás 00h15
Escrivã da PC atira e mata ex-cunhado após ser agredida com enxadada.

Delegacia Regional da Polícia Civil, em Porto Nacional.

Uma enorme confusão familiar envolvendo um casal em processo de separação foi marcada por agressões físicas a golpes de enxada e um homicídio praticado, aparentemente, em legítima defesa.


De acordo com informações de populares, por volta de uma hora da madrugada de sexta-feira (20), havia uma comemoração entre parentes em uma residência localizada na Avenida Piauí, Setor Água Limpa, Ponte Alta do Tocantins, quando teve início uma confusão entre eles.


Na ocasião, o lavrador Geudes Alves dos Santos, conhecido por NÊ, 30 anos, em exaltação com a ex-companheira, passou a agredi-la fisicamente com uma enxada. Um menor, filho do casal, também foi agredido pelo autor que se encontrava visivelmente exaltado.


Vendo sua irmã e seu sobrinho sendo vítimas dos atos de violência de NÊ, a escrivã de polícia, Marcivânia Ferreira de Souza, residente em Porto Nacional e lotada na 4ª Delegacia Regional da Polícia Civil, interferiu no intuito de conter o ímpeto de agressividade do ex-cunhado. Ao descer do carro, a policial pediu que o lavrador parasse com as agressões e foi atingida com uma enxadada no ombro. Marcivânia se afastou e o homem seguiu em sua direção, momento em que levantou a ferramenta para golpeá-la novamente, entretanto, a escrivã conseguiu se desvencilhar e, meio desequilibrada, efetuou um disparo que atingiu o oponente na cabeça.


Marcivânia e sua irmã procuraram atendimento médico, enquanto que o lavrador apontado como pivô da confusão faleceu no local e seu corpo foi encaminhado para exames necroscópicos no IML de Porto Nacional.


A escrivã se apresentou espontaneamente, entregou a arma e outros objetos envolvidos na confusão para serem periciados e acostados ao autos. Ela e a outra vítima foram submetidas a exames de corpo de delito.


A Polícia Civil, através da 4ª Delegacia Regional de Porto Nacional, determinou a imediata apuração dos fatos e, por conseguinte, a comunicação oficial à Corregedoria da PC para as devidas providências.


A princípio, conforme os primeiros depoimentos e declarações, surge a caracterização da legítima defesa.


Por ter se apresentado e adotado todos os procedimentos atinentes ao caso, Marcivânia foi ouvida e liberada.

FONTE: Portal MV
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