MPE aciona prefeito e vice de Cristalândia por autopromoção com recursos públicos.
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MPE aciona prefeito e vice de Cristalândia por autopromoção com recursos públicos.
Os gestores são acusados de promoção pessoal mediante veiculação de materiais publicitários bancados com dinheiro público.
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Postada em 07/07/2018 ás 00h14 - atualizada em 08/07/2018 ás 13h44
MPE aciona prefeito e vice de Cristalândia por autopromoção com recursos públicos.

Prefeito de Cristalândia.

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cristalândia, propôs ação cautelar contra o município, seu prefeito e o vice, Cleiton Cantuário Brito e Edson Martins Ferreira, respectivamente, por suposto ato de improbidade administrativa, decorrente de propagandas publicitárias que configuram autopromoção. A ação foi proposta no dia 04 de julho de 2018.


As investigações tiveram início com uma denúncia anônima na Promotoria de Justiça, no mês de maio. Na apuração, foi verificada a possível prática de autopromoção na divulgação de um vídeo da chamada “Festa dos Velhos” no perfil institucional da Prefeitura de Cristalândia publicado no Facebook. No site da prefeitura, também constatou a publicação de outro vídeo, em que o artista que se apresentaria na Festa dos Velhos, convidava a população para o evento, em nome do prefeito Batatinha, como é conhecido Cleiton Cantuário Brito.


Para o Promotor de Justiça Francisco Brandes Júnior existem indícios de que tanto Cleiton como Edson utilizaram-se de suas posições para se promoverem, infringindo o princípio administrativo da impessoalidade. “Além disso, a festa e a propaganda publicitária foram custeadas com recursos públicos, e a promoção pessoal do prefeito e vice representa dano ao erário”, comentou o Brandes Júnior.


A ação requer que seja imposta ao Município de Cristalândia a obrigação da retirada e a não publicação futura de propagandas pessoais em qualquer meio de divulgação oficial da cidade, bem como a imposição do uso exclusivo desses meios para divulgação das atividades administrativas. Para o promotor, a ação cautelar em caráter antecedente é necessária para a garantia do patrimônio público, da ordem econômica e da probidade administrativa.

FONTE: Ascom/MPE
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