MPE aciona prefeito por não cumprir TAC de concurso público e manter 1.152 contratados.
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PREFEITURA DE PORTO NACIONAL
CONCURSOS
MPE aciona prefeito por não cumprir TAC de concurso público e manter 1.152 contratados.
Joaquim Maia ainda poderá pagar multa de 30 mil reais por descumprimento dos prazos acordados no TAC.
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Postada em 03/07/2018 ás 00h43 - atualizada em 04/07/2018 ás 00h21
MPE aciona prefeito por não cumprir TAC de concurso público e manter 1.152 contratados.

Prefeito não cumpre TAC sobre concurso e vai responder na justiça.

O Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com ação judicial de execução contra o município de Porto Nacional e contra o prefeito Joaquim Maia Leite Neto, na sexta-feira, 29, requerendo que a administração seja obrigada a realizar concurso público, substituir todos os servidores contratados irregularmente e se abster de realizar novas contratações.

Segundo informação apurada pela 5ª Promotoria de Justiça de Porto Nacional, o município mantém atualmente 1.152 servidores sob contrato temporário, número que foi considerado absurdo pelo Promotor de Justiça Vinícius de Oliveira e Silva, autor da ação.

O representante do MPE decidiu atuar na esfera judicial após o prefeito de Porto Nacional descumprir Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) por meio do qual havia se comprometido a lançar o edital do concurso público até janeiro de 2018.

Em razão disso, a 5ª Promotoria de Justiça de Porto Nacional também requer à Justiça que seja executada a multa que estava prevista no TAC para o caso do descumprimento dos termos e prazos previstos. 

Segundo constava no acordo, deve ser imposta multa ao prefeito no valor de R$ 30 mil, em razão da não realização do concurso público e da manutenção irregular de servidores comissionados. A esse valor, deve acrescida multa mensal de R$ 5 mil, proporcional ao tempo em que a situação de irregularidade persistir após o prazo final previsto no Termo de Ajustamento de Conduta. 

Segundo o artigo 37 da Constituição Federal, o concurso público deve ser a regra para o ingresso de servidores no serviço público e a admissão de pessoal por contrato deve ocorrer apenas em situações de excepcionalidade previstas em lei específica. 

FONTE: Por Flávio Herculano/MPE
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