Sábado, 14 de dezembro de 2019
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Geral

29/08/2019 ás 23h52

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Porto Nacional / TO

Padre preso por cárcere privado e abuso sexual tinha cargo comissionado na Assembleia Legislativa.
O ex-vigário tinha salário 4 mil e 800 reais como Assistente de Gabinete da Escola do Legislativo.
Padre preso por cárcere privado e abuso sexual tinha cargo comissionado na Assembleia Legislativa.
Padre foi exonerado de cargo comissionado que ocupava na Assembleia Legislativa.

Preso desde segunda-feira (26) acusado de cárcere privado e abuso sexual, inclusive sendo reincidente, o padre Marco Aurélio Costa da Silva, 42 anos, era ocupante de cargo comissionado na Assembleia Legislativa com salário mensal de 4 mil e 800 reais. Ele era assistente do gabinete da Escola do Legislativo e foi exonerado nesta quinta-feira (29), pelo Presidente da Casa, deputado estadual Antonio Andrade.


No início da semana, o padre Marco Aurélio voltou a estampar as manchetes policiais sob a acusação de ter atraído um jovem do Pernambuco com a promessa de colocá-lo no seminário e foi denunciado pela própria vítima que disse ter ficado presa em um apartamento por mais de 3 dias e só conseguiu sair porque o religioso tinha esquecido a chave na porta.


O inquérito está sendo tocado em sigilo e o suspeito permanece recolhido á carceragem da Casa de Prisão Provisória de Palmas.


Marco Aurélio já responde a um processo parecido. Em 3 de junho de 2015, então vigário da Paróquia do Divino Espírito Santo, no município de Peixe, região sul do Tocantins, foi preso sob a acusação de ter mostrado pornografias para um adolescente de 16 anos. Depois de mais de 11 dias na Casa de Prisão Provisória de Gurupi, onde foi registrado o flagrante, a justiça acatou o pedido de liberdade.


Depois que o caso veio à tona, o padre foi suspenso da Igreja no dia 4 de junho. Em nota, a diocese de Porto Nacional pediu orações e "desculpas pelos constrangimentos, em especial às pessoas envolvidas". A diocese ainda pontuou que condena este tipo de conduta e que acompanhará o desenrolar das investigações. Com a suspensão, ele não poderá realizar nenhum sacramento em nome da Igreja Católica Brasileira, como rezar missas e realizar cerimônias.


Perfil Falso


Segundo informações da Polícia Civil, o padre estava com um celular e um tablet com várias fotos e filmagens pornográficas e, para atrair as vítimas, ele usava um perfil falso no WhatsApp. “Ele tinha dois perfis no WhatsApp, sendo que em um deles ele se identificava como padre Marcos e o outro como uma suposta Vanessa. Esta Vanessa é quem mais participava do conteúdo pornográfico”, revelou um investigador da PC.

FONTE: PortalMV

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