domingo, 26 de maio de 2019
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09/03/2019 ás 12h51 - atualizada em 09/03/2019 ás 13h02

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Porto Nacional / TO

Ribeirinhos de Peixe protestam contra retirada de balsa que será deslocada para Porto Nacional.
Os moradores das comunidades rurais e o prefeito da cidade reclamam da decisão adotada pelo empresário Pedro Iran – Pipes.
Ribeirinhos de Peixe protestam contra retirada de balsa que será deslocada para Porto Nacional.
Placa informa que balsa não funcionará a partir do dia 10 de março, em Peixe.


Para atender a travessia de Porto Nacional, Pedro Iran deixa a população Peixense desassistida”, disse o prefeito de Peixe, José Augusto sobre a decisão do proprietário da empresa responsável pela travessia. A balsa vai deixar de operar o serviço no sul do estado a partir do dia 10 de março.


A decisão da paralisação está repercutindo negativamente para os moradores de Peixe, pois o motivo seria a transferência da balsa para Porto Nacional. A travessia é feita pela empresa Pipes, que há 10 anos, realiza este trabalho na região, que atende a zona rural e moradores da Vila São Miguel e Romão.


“Há 15 dias estivemos em uma reunião com o governador Mauro Carlesse e o Pedro Iran, proprietário da empresa, este se comprometeu a manter a travessia nos próximos 60 dias aqui em Peixe, até buscarmos uma solução mais adequada por parte do município e manter a travessia dos peixenses”. disse o Prefeito.


A repercussão negativa, segundo José Augusto, começou nesta tarde (08) quando a empresa decidiu que só vai estar operando até este sábado (09). “Decidiram sem nenhum aviso prévio e a alegação da direção é de que a balsa vai ajudar na travessia de Porto Nacional, agora a nossa população vai ficar desassistida deste serviço de extrema necessidade”, desabafou o prefeito.


A prefeitura informou ainda, que espera em breve o apoio da Agência Tocantinense de Transporte e Obras (Ageto) para reativar o trabalho de travessia do rio, com a efetivação de outra balsa no local.


Porto Nacional em situação caótica


Um grupo de funcionários ligados ao empresário Pedro Iran justifica a ação alegando que, no momento, a situação de Porto Nacional é exageradamente mais crítica. Existe uma segunda balsa na cidade, mas, ainda não foi liberada para funcionamento.


Para aplacar o caos instalado na travessia de Porto Nacional era preciso descobrir alguém. A região de menos impacto é a de Peixe que já tem ponte e estradas funcionando normalmente.

FONTE: PortalMV

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