Sábado, 23 de março de 2019
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Ronda TO

02/03/2019 ás 00h09 - atualizada em 02/03/2019 ás 00h17

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Porto Nacional / TO

PC, PM e MPE encontram laboratório de cocaína em Porto Nacional e químico morre ao trocar tiros com policiais.
A ação foi realizada em uma casa alugada no Setor Fama, onde foi instalada uma extensão do laboratório estourado em Palmas.
PC, PM e MPE encontram laboratório de cocaína em Porto Nacional e químico morre ao trocar tiros com policiais.
ROTAM, DENARC e GAECO estouram laboratório de drogas em Porto Nacional.


Policiais civis da Delegacia Especializada na Repressão a Narcóticos – DENARC, policiais militares da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas – ROTAM, e membros do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado – GAECO do Ministério Público Estadual, desmontaram na manhã desta sexta-feira, 01, em Porto Nacional, na região Central do estado, um laboratório de produção de substância análoga à cocaína.


No local, uma casa alugada no Setor Fama, foram encontrados equipamentos industriais; aditivos e insumos químicos para a produção da droga; uma máquina de prensagem; e uma grande quantidade do entorpecente. O local era tido como uma extensão do laboratório estourado em Palmas há cerca de 15 dias.


Durante a ação, houve reação por parte do jovem Hugo Oliveira da Cruz, 23, residente em Palmas, que estaria como responsável pelo processo de refino e industrialização das drogas. Ele chegou a ser alvejado em confronto com as forças de segurança e morreu a caminho do Hospital Regional de Porto Nacional.


A Polícia Civil conformou que o rapaz possuía passagem por tráfico de entorpecentes, furto de motocicletas e assaltos na Capital, além de ser investigado por participação em homicídios. Ele atuava como laboratorista na produção de cocaína e estaria ligado a uma facção criminosa de reconhecimento nacional.


PM esclarece a ação  


A Polícia Militar destaca que a atuação neste tipo de ocorrência é de se preservar vidas e aplicar a lei. Infelizmente, nos casos em que há resistência ativa por parte dos cidadãos infratores, seguindo os limites preconizados nacional e internacionalmente sobre utilização da força e arma de fogo, não restou outra alternativa senão preservar a integridade física da equipe. Informa também que já foram adotadas as providências preliminares, conforme orienta a legislação específica e os fatos serão apurados em Inquérito Policial Militar, em fase de instauração.


A PM destaca ainda que nos casos de morte por intervenção de agente do Estado, os militares são submetidos a acompanhamento psicológicos, em virtude de exposição a traumas, a fim de resguardar a saúde física e mental dos profissionais.


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FONTE: PortalMV

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