Governo de Marcelo Miranda é suspeito de dar calote de 456 milhões no IGEPREV.
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Governo de Marcelo Miranda é suspeito de dar calote de 456 milhões no IGEPREV.
O TCE já abriu procedimento para apurar o rombo ligado às contribuições previdenciárias dos servidores referentes a 8 meses.
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Postada em 09/06/2018 ás 23h49 - atualizada em 11/06/2018 ás 14h46
Governo de Marcelo Miranda é suspeito de dar calote de 456 milhões no IGEPREV.

Instituto de Gestão Previdenciária

O Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE) determinou na terça-feira (6) tomada de contas especial para investigar possível calote do Governo do Estado no Instituto de Gestão Previdenciária (Igreprev), que é responsável por garantir a aposentadoria dos servidores públicos. A investigação foi solicitada pelo conselheiro Wagner Praxedes.


Conforme o relatório do conselheiro, até o dia 18 abril de 2018, o Estado do Tocantins não havia repassado ao Igeprev as contribuições dos meses de setembro a dezembro de 2017, décimo terceiro de 2017, janeiro, fevereiro e março de 2018, no valor total de R$ 456,3 milhões referente às retenções dos servidores e contribuição patronal.


Ainda segundo o TCE, a Defensoria Pública também deixou de repassar R$ 7,9 milhões referente aos meses de novembro de 2017 a março de 2018.


“Diante desse cenário, não me resta outra alternativa a não ser propor a esse Colendo Pleno que determine a instauração de tomada de contas especial, a fim de apurar os fatos, identificar os responsáveis e quantificar pecuniariamente o dano causado pelas inadimplências, sem prejuízo de, ao final, efetuar as comunicações aos órgãos competentes para adoção de outras providências cabíveis“, disse o conselheiro.


O Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou a autuação da Secretaria da Fazenda, comandada atualmente por Sandro Henrique Armando, para apurar o motivo de o Estado não estar fazendo os repasses obrigatórios ao Instituto


O relator determinou que seja claramente apurado os fatos, identificado os responsáveis e quantificado pecuniariamente o possível dano causado pelas inadimplências.

FONTE: AfNotícias
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