sábado ,19 agosto 2017
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Justiça bloqueia 108 mi de ex-governadores e deputado na 4ª fase da Operação Ápia.

O juiz federal Leão Aparecido Alves, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), decidiu bloquear mais de R$ 425 milhões em bens de políticos, servidores e empreiteiros envolvidos na Operação Ápia, que teve sua 4ª fase nesta sexta-feira, 28. Foram mais de R$ 108 milhões apenas do ex-governador Sandoval Cardoso (SD), do deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM) e do ex-governador Siqueira Campos (sem partido).

Conforme a Polícia Federal, mais de 30 pessoas estariam envolvidas no suposto esquema. A Operação Ápia investiga um suposto esquema que fraudava licitações públicas e execução de contratos celebrados para a terraplanagem e pavimentação asfáltica em diversas rodovias estaduais.

Nessa sexta-feira foram ouvidos Eduardo, Sandoval, o ex-secretário de infraestrutura do Estado e ex-presidente da Agência de Máquinas e Transportes (Agetrans) Kaká Nogueira e o empresário Wilmar Oliveira de Bastos, da EHL. Deles, apenas Eduardo se manifestou. Segundo nota de sua assessoria, o deputado foi questionado sobre a candidatura a governador em 2014.

Eduardo lembrou que naquelas eleições ele disputou a vaga de deputado estadual e não de governador. “Em virtude disso não foi necessário a montagem de grande estrutura campanha, nem orientação de marketing, nem gastos com pesquisas, contratação de agência de publicidade e demais gastos que são obrigatórios em campanhas majoritárias”, disse a nota da assessoria do parlamentar.

A assessoria ainda ressaltou que o deputado “abriu mão do seu direito constitucional de estar acompanhado de um advogado e também do direito de permanecer em silêncio, caso entendesse ser necessário, e respondeu a todas as perguntas que lhe foram feitas”.

A nota afirmou ainda que Eduardo entende que, “por exercer função pública, tem a obrigação de colaborar com qualquer investigação, e por isso, abriu mão do direito constitucional de ficar em silêncio para responder a todos os questionamentos para que não pairem quaisquer dúvidas”. “Há poucos dias, uma afirmação sem provas em rede nacional não levou 48 horas para ser desmentida. Por isso, o deputado Eduardo Siqueira apóia a apuração criteriosa das informações para que não pairem dúvidas ou suspeitas sobre qualquer cidadão ou homem público”, afirma a assessoria sobre o caso da Operação Lava Jato.

O deputado relembrou que ele e seu pai, o ex-governador Siqueira Campos (sem partido), possuem mais de 50 anos de vida pública no Tocantins. “Uma vida construída de forma honrosa, sem objetivo de angariar patrimônio, mas para que o Tocantins fosse criado e pudesse desenvolver essa parte do Brasil”, afirma a nota.

A assessoria concluiu afirmando que Eduardo “permanece sereno, tranquilo e consciente de que suas ações sempre obedeceram as leis vigentes”.

Nota do deputado Eduardo Siqueira Campos:

“O deputado Eduardo Siqueira Campos deixou o cargo de secretário de Estado em 31 de dezembro de 2013, enquanto o ex-governador Siqueira Campos renunciou ao cargo de Chefe do Poder Executivo em 4 de abril de 2014. Portanto, nenhum dos dois era ordenador de despesa no período questionado pelas investigações. Por isso, os advogados do deputado e do ex-governador irão recorrer ao Tribunal Regional Federal e esperam que a decisão de sequestro de bens seja derrubada, com base na absoluta improcedência das afirmações imputadas a Siqueira Campos e a Eduardo Siqueira Campos”.

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