A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal aprovou, em reunião extraordinária nesta sexta-feira, 19, o programa Palmas Universitária, que concede bolsas de estudos em instituições de ensino privadas na capital para estudantes de baixa renda. Os vereadores Diogo Fernandes (PSD) e Tiago Andrino (PSB) falaram da importância do projeto para os futuros benificiários do programa.

“Agora precisamos da aprovação em plenário para começar a beneficiar esses jovens e adultos que sonham com um curso superior”, defendeu o vereador Diogo Fernandes na aprovação de seu parecer, que modificou o texto inicial da proposta, “disponibilizar essas bolsas a tantos jovens que não tem perspectiva de uma formação profissional, será uma grande oportunidade para que possam receber o maior instrumento de desenvolvimento pessoal e consequentemente da nossa capital, que é o conhecimento”.

Já o vereador Tiago Andrino avaliou que o programa “é muito importante para os nossos estudantes a aprovação desse projeto, num momento em que atravessamos grandes dificuldades com o Ensino Superior no Brasil. Essa iniciativa permitirá que os palmenses realizem o sonho de conquistar o seu diploma e contribuam com o crescimento da nossa cidade. Tenho muito orgulho em ter feito parte da criação do Prouni nacional e conseguir colaborar para a criação e implantação desse projeto na nossa capital”.

Palmas Universitária

Fernandes alterou o texto do projeto para contemplar os estudantes de cursos de mensalidades mais altas com bolsas de R$1.500,00, direcionando estes recursos para centenas de futuros graduandos tocantinenses. O critério de seleção também foi alterado para assegurar maior transparência, agora o Projeto prevê beneficiar os selecionados a partir de suas notas obtidas no Exame Nacional de Ensino Médio, o ENEM.

As bolsas serão destinadas a estudantes oriundos de escolas públicas, que cumpram exigências socioeconômicas previstas no projeto. O projeto foi aprovado de forma unânime na CCJR e agora segue para apreciação nas comissões de Finanças, Fiscalização, Tributação e Controle, e na Comissão de Políticas Públicas. Se aprovado em todas as comissões segue para apreciação em plenário e pode passar a valer já para o segundo semestre de 2018.

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